Recreio dos Bandeirantes

Enfim, a área da Quinta da Boa Vista ou São Cristóvão, Engenho Velho e muitas partes da Zona Norte eram fazendas dos Jesuitas. Com sua morte, em 1594, seus filhos Martim e Gonçalo herdaram essas terras. O crescente interesse por imóveis sustentáveis tem aberto novas oportunidades de investimento para aqueles que buscam imóveis não apenas de alto padrão, mas também alinhados com as demandas ambientais e de bem-estar. Esses investimentos comerciais não apenas geraram empregos e oportunidades de negócio, mas também contribuíram para aumentar ainda mais a valorização imobiliária da região, tornando-a uma das mais procuradas do Rio de Janeiro. Os centros comerciais e de lazer são pontos de encontro para as famílias que habitam a Barra, sendo um local de socialização e convivência, além de um forte atrativo para aqueles que buscam viver com sofisticação e conveniência. Esses shoppings não são apenas espaços para compras, mas também centros de entretenimento, com cinemas, teatros, restaurantes sofisticados e uma ampla gama de lojas de marcas internacionais.

Cosme Velho

Finalmente o bairro podia ser acessado de outra maneira que não pelas antigas estradas de Jacarepaguá. Era o começo de uma nova era para a Barra; não mais apenas um longínquo logradouro rural, mas também um destino de lazer e turismo. O conceito de smart city, ou cidade inteligente, está sendo gradualmente incorporado aos novos empreendimentos e ao planejamento urbano da região. atto pininfarina A utilização de tecnologia de ponta em áreas como gestão de resíduos, segurança pública e mobilidade está ajudando a melhorar a eficiência dos serviços urbanos e a tornar o bairro mais sustentável. O futuro da Barra da Tijuca também passa pela integração de novas tecnologias em seus projetos urbanos. A inteligência urbana, com a implementação de soluções sustentáveis e tecnologia de smart cities, promete transformar o bairro em um local ainda mais eficiente e conectado.

Você conhece o significado do nome do bairro Barra da Tijuca?

Porque chama Barra da Tijuca?

O Olinda, de 1942, era o maior cinema da América do Sul, com 3.500 lugares, mas foi demolido em 1970. Além da paixão pela sétima arte, o tijucano também tem tradição no quesito música. Começou como uma banda de estudantes, em 1928, e incluía futuras celebridades da estatura de Almirante, Braguinha e Noel Rosa.

  • Largo da Fábrica das Chitas foi o nome da Praça Saens Peña até 1910, em referência a uma antiga fábrica que tingia tecidos de algodão importados da Índia, inaugurada em 1820.
  • Com a expansão, vieram os problemas, como a falta de saneamento básico e os engarrafamentos quilométricos, a exemplo do registrado na foto, em dezembro de 1989.
  • Em 1900, parte da região doada aos beneditinos, em Jacarepaguá, foi vendida para a Empresa Saneadora Territorial e Agrícola S.A.
  • Dessa estrada de ferro ficou o nome Usina, derivado da usina térmica geradora de eletricidade”, relata Lili Oliveira.
  • O marco decisivo foi o plano urbanístico elaborado por Lúcio Costa, um dos maiores nomes da arquitetura e urbanismo brasileiro.

Vale a pena conhecer a Barra da Tijuca

No anúncio abaixo, percebe-se que a Barra da Tijuca era também destino de pessoas escravizadas que conseguiam fugir de seu cativeiro, talvez pelo difícil acesso e pela grande extensão de suas terras, muitas delas desocupadas. Com o passar do tempo, os monges beneditinos foram vendendo parte das terras da Barra da Tijuca a particulares, provavelmente pela necessidade de capitalização, em virtude do custeio de suas atividades eclesiásticas. Os donos de algumas dessas propriedades publicaram anúncios nos classificados de jornais do século XIX, revelando uma mudança da cultura canavieira para o café e também o uso de mão de obra escravizada. Entretanto, os desafios urbanos, como a mobilidade e a preservação ambiental, deverão ser cuidadosamente tratados para garantir que o crescimento do bairro não prejudique sua identidade e os padrões de vida que fazem da Barra um lugar único. A incorporação de novas tecnologias e o foco em sustentabilidade serão essenciais para garantir que o bairro continue a prosperar de maneira equilibrada e duradoura.

Nesta quarta (7), a primeira do mês de julho, parabenizamos a Tijuca pelo seu aniversário de 262 anos. Esse grande bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro tem muitas histórias e motivos para comemorar. O nome do bairro se refere a um fazendeiro local, Vicente de Carvalho, que batizaria também a estrada e a estação da Estrada de Ferro Rio D’ Ouro, implantada na segunda metade do século 19. A região era parte da enorme sesmaria de Gonçalo Correia de Sá e foi dada em 1628, como dote, a Dom Luiz de Céspedes (governador geral do Paraguai), marido de sua filha, Dona Vitória de Sá. Com a morte dela, em 1667, a propriedade seria deixada para os Monges Beneditinos, que dividiram o Engenho do Camorim da família, criando a fazenda de Vargem Pequena.

O projeto foi implantado na propriedade da empresa Ferrometais Colombo Comércio e Indústria S.A., daí o nome Parque Colúmbia. Parque Anchieta é um desmembramento do bairro de Anchieta que tem como origem loteamento de 1969 compreendendo 1639 lotes, 27 ruas e quatro praças. Deve seu nome ao Engenho da Paciência, de João Francisco da Silva, a mais antiga e importante fazenda de cana existente no Brasil. Com a inauguração do ramal ferroviário de Mangaratiba, em 1878, foi implantada a estação Coronel Magalhães Bastos em homenagem a Antonio Leite de Magalhães Bastos Filho, comandante do primeiro batalhão de engenharia, que deu nome ao bairro. Na época do Rio Colonial, havia sítios e chácaras com muitas laranjeiras nesta região, o que acabou dando nome ao bairro.

Este antigo Andarahy era subdividido entre Andarahy Pequeno e Andarahy Grande. Com a virada do século 20, a Tijuca se transformou em um bairro com reais feições urbanas. A enorme gleba de terra chamada sesmaria que pertenceu aos Jesuítas, e que um dia havia sido concedida aos mesmo por Mem de Sá, foi então subdividida e vendida como propriedades menores chamadas chácaras. Se você já é assinante clique aqui para ter acesso a esse e outros conteúdos de jornalismo de qualidade. A demanda por imóveis sustentáveis, com sistemas de energia renovável, eficiência energética e design ecológico, é uma tendência crescente na Barra.

A criação de projetos sustentáveis, com ênfase na preservação das áreas de lazer, como o Bosque da Barra e a Reserva de Marapendi, é fundamental para o futuro do bairro. Além disso, a integração de conceitos de urbanismo sustentável, como o uso de materiais ecológicos, energias renováveis e sistemas de captação de água da chuva, pode minimizar os impactos ambientais do crescimento da região. A implementação de parques e áreas de preservação, aliados à construção de edifícios ecológicos e sustentáveis, é uma tendência que tem ganhado força na Barra.

Em entrevistas, ele chegou a declarar que “não tinha lembrança de ter sido criador desse projeto”. No sentido Zona Sul, pela Estrada de Furnas e pela Avenida Niemeyer (1920). Historicamente, a Barra também esteve muito ligada à Zona Norte e à Tijuca – o que também foi decisivo para sua ocupação –, já que os moradores dos bairros dessas regiões preferiam ir às praias pouco frequentadas de lá. Isso pode ser explicado pelo investimento feito, até a década de 1960, em vias de acesso como a Estrada Grajaú-Jacarepaguá.

A artista indicada ao Grammy parece já estar de mudança para um outro imóvel, situado em São Conrado. Não possui favelas como a Zona Sul, havendo duas pequenas favelas, São Tilon e Vila Autódromo, que estão sendo removidas e as famílias realocadas em prédios residenciais novos. Considerado o primeiro bairro planejado da cidade, Vila Isabel foi fundado por Barão de Drumond, em 1.872, considerado um homem com visão muito além do seu tempo.

Isso se deve ao fato de que a atual Barra sempre foi uma grande área alagadiça, com matas de restinga, impróprias para o cultivo se comparada com Jacarepaguá. A Barra da Tijuca oferece uma ampla gama de imóveis, incluindo apartamentos compactos, coberturas panorâmicas, casas em condomínios fechados e imóveis de luxo, adequados a diferentes perfis de compradores e investidores. As áreas mais valorizadas incluem o Jardim Oceânico, a Avenida Lúcio Costa, e os bairros próximos ao Península e Cidade Jardim, onde o metro quadrado pode ser até 40% mais caro do que em outras áreas da Barra. A Barra da Tijuca é, sem dúvida, um bairro que se reinventa constantemente. Com seu potencial de valorização a longo prazo, a região continua a ser uma das melhores opções para investir e morar no Rio de Janeiro.

A proximidade com grandes centros comerciais, escolas de renome, hospitais e o aeroporto Santos Dumont, bem como a melhoria da mobilidade urbana, tem atraído cada vez mais investidores. Paralelamente ao desenvolvimento residencial, houve um forte impulso na estrutura comercial da Barra. O BarraShopping, inaugurado em 1981, cresceu e se consolidou como um dos maiores complexos comerciais da América Latina. Outros centros como o Village Mall, New York City Center, Shopping Downtown e Rio Design Barra transformaram a região em um polo de consumo e lazer.